Articulando Resistências no Sul Global: Experiências de Movimentos Camponeses, Sindicatos Rurais e Organizações Não-Governamentais

Data de inserção: 12/12/2016

  

Há pelo menos duas décadas movimentos camponeses, sindicatos rurais e organizações não governamentais do Brasil engajaram-se ativamente em atividades transnacionais com a sociedade civil de outros países do Sul global. Intercâmbio de conhecimento sobre a produção agroecológica, apoio na construção de bancos de sementes crioulas, participação em redes internacionais e envolvimento em projetos governamentais de cooperação técnica são alguns exemplos concretos destas relações.

 

O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), a Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil (FETRAF), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura  (CONTAG), a FASE , o INESC, o IBASE, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental, o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN) em parceria com o  Observatório Brasil e o Sul e com o apoio da Oxfam Brasil apresentam o estudo: "Articulando Resistências no Sul Global". Além de identificar e refletir sobre a atuação internacional de atores sociais  brasileiros vinculados às questões agrária e  agroalimentar, esta publicação registra em fichas suas diversas experiências transnacionais.

 

Para dar visibilidade à riqueza e ao legado destes processos elaboramos um material compacto, repleto de informações detalhadas que inclui países e movimentos parceiros, estratégias de ação, objetivos, bem como atividades e resultados gerados por estas experiências. Os dados técnicos e as reflexões foram capturadas a partir de rodadas de entrevistas, oficina de diálogo, pesquisa documental e primária, com respaldo e apoio destes atores. Assim, esperamos contribuir com uma leitura mais rica e crítica sobre a realidade da cooperação Sul-Sul brasileira.

 

Acesse o material em anexo!