Dados e estatísticas

Informações sobre fluxos e características dxs refugiadxs são essenciais para que políticas e serviços adequados sejam desenvolvidos e implementados. Em 2015, guerras e perseguições levaram a um total de 65,3 milhões de pessoas deslocadas, o maior número desde o início dos registros ACNUR. O relatório da instituição lançado em Junho de 2016, Tendências Globais, relata que 21,3 milhões são refugiadxs, 40,8 milhões deslocadxs internxs e 3,2 milhões solicitantes de asilo. Três países produzem juntos 50% dxs refugiadxs do mundo: Síria (4,9 milhões), Afeganistão (2,7 milhões) e Somália (1,1 milhões). Ainda, 86% dxs refugiadxs sob o mandato do ACNUR estão em países de renda baixa e média e 50% moram em centros urbanos. A Turquia foi o país que mais acolheu, totalizando 2,5 milhões de refugiadxs. Segundo o ACNUR, se o Brasil fosse incluído entre os 44 países mais industrializados examinados no relatório, ocuparia a décima sexta posição quanto ao número de solicitações de refúgio.

Informações sobre fluxos e características dxs refugiadxs são essenciais para que políticas e serviços adequados sejam desenvolvidos e implementados. Em 2015, guerras e perseguições levaram a um total de 65,3 milhões de pessoas deslocadas, o maior número desde o início dos registros ACNUR. O relatório da instituição lançado em Junho de 2016, Tendências Globais, relata que 21,3 milhões são refugiadxs, 40,8 milhões deslocadxs internxs e 3,2 milhões solicitantes de asilo. Três países produzem juntos 50% dxs refugiadxs do mundo: Síria (4,9 milhões), Afeganistão (2,7 milhões) e Somália (1,1 milhões). Ainda, 86% dxs refugiadxs sob o mandato do ACNUR estão em países de renda baixa e média e 50% moram em centros urbanos. A Turquia foi o país que mais acolheu, totalizando 2,5 milhões de refugiadxs. Segundo o ACNUR, se o Brasil fosse incluído entre os 44 países mais industrializados examinados no relatório, ocuparia a décima sexta posição quanto ao número de solicitações de refúgio.

No Brasil, estatísticas de Abril de 2016 do CONARE mostram que o número total de solicitações de refúgio aumentou mais de 2.868% entre 2010 e 2015 (de 966 solicitações em 2010 para 28.670 em 2015) e possui 8.863 refugiados reconhecidos, de 79 nacionalidades distintas (28,2% deles são mulheres) – incluindo refugiados reassentados. Houve um aumento de 127% do número total de refugiadxs reconhecidxs no Brasil entre 2010 e 2016, entre estes 80% são homens. Os principais grupos são compostos por nacionais da Síria (2.298), Angola (1.420), Colômbia (1.100), República Democrática do Congo (968) e Palestina (376). Mais de 25 mil pedidos de refúgio estão pendentes. As cinco maiores nacionalidades de solicitantes são: haitianxs, senegaleszs, sírixs, bengalesxs e nigerianxs.

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